Estrada.

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Marrocos, 2008
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Após a minha primeira visita a Marrocos, alguns anos atrás, regressei a casa com uma exuberante paixão pela Humanidade e pela sua ideia. Havia conhecido um povo recheado de uma subtileza que me era nova: os arabescos continuados nos Homens. Um povo pleno de uma complexidade que me trouxe a sensação de que, como no jazz, o gesto belo e simples tem uma complexidade velha.
Voltei algumas vezes e consigo, hoje, compilar o povo sobre a Estrada, lugar.






[After my first visit to Morocco, some years ago, I returned home with an exuberant passion for the Humanity and its idea. Had known a people filled with a new subtlety to me: the arabesques continued in the Men. A nation full of a complexity that brought me the feeling that, as in jazz, the simple and beautiful gesture has a old complexity.
I came back a few times and I can, today, compile the nation on the road, a Place.]
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